A Diocese de Lins

Criada em 21 de junho de 1926, pelo Papa Pio XI, pela Bula Ea Est In Praesenti, a Diocese de Lins nasceu como Bispado do Noroeste, com sede inicial em Cafelândia. Sua instalação canônica ocorreu em 8 de setembro do mesmo ano, dando início a uma rica trajetória de fé, evangelização e serviço ao povo de Deus.
Ao longo de quase um século, a Diocese foi conduzida por pastores que imprimiram marcas profundas em sua história. Seu primeiro bispo foi Dom Áttico Eusébio da Rocha, responsável pela organização inicial da Igreja Particular. Em seguida, Dom Henrique César Fernandes Mourão fortaleceu a estrutura pastoral e formativa, com destaque para a criação do Seminário Menor Nossa Senhora do Rosário.
Após o período de sede vacante, Dom Henrique Gelain marcou a história ao transferir, em 1950, a sede da Diocese para Lins, elevando a Paróquia Santo Antônio à condição de Catedral. Seu episcopado foi também caracterizado pela criação de numerosas paróquias e pelo impulso mariano, com a construção do Santuário Nossa Senhora de Fátima.
Dom Pedro Paulo Koop deu à Diocese um forte rosto social e missionário, promovendo a formação do laicato, a criação de organismos pastorais e a atenção aos mais pobres, em sintonia com o Concílio Vaticano II. Na sequência, Dom Luiz Colussi contribuiu com a organização da formação sacerdotal e a elevação do Santuário Mariano.
A Diocese viveu momentos de dor e esperança com o breve episcopado de Dom Walter Bini, seguido pelo longo e fecundo ministério de Dom Irineu Danelon, que se destacou pela criação de novas paróquias, fortalecimento da comunicação, da formação e pela fundação da Rádio Esperança FM.
Posteriormente, Dom Francisco Carlos da Silva deu continuidade à missão evangelizadora, fortalecendo a unidade diocesana e a ação pastoral.
Hoje, a Diocese de Lins é conduzida por Dom João Gilberto de Moura, 9º bispo diocesano, que guia o povo de Deus com espírito pastoral, proximidade e esperança, conduzindo a Igreja Particular de Lins rumo à celebração de seus 100 anos de história, como uma Igreja viva, missionária e fiel ao Evangelho.
